Trump afirma que EUA cuidarão de Cuba após lidar com Irã
Em um comício na Flórida, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Washington vai “cuidar” de Cuba depois que o país resolver as questões com o Irã. O mandatário ainda anunciou que enviará o secretário de Estado, Marco Rubio, para concluir um acordo que, segundo ele, já está em fase avançada.
O discurso foi marcado por referências a uma suposta sequência de ações: primeiro, a contenção da influência iraniana; segundo, a negociação com Cuba; e, por fim, a intervenção de Rubio para firmar o tratado. Trump ressaltou que não vê necessidade de ação militar contra Havana, mas que os EUA pretendem pressionar o regime cubano até que um acordo seja alcançado.
Declarações de Trump na Flórida
Durante o evento, o presidente reiterou previsões feitas no mês anterior, quando havia sugerido que os EUA e Cuba poderiam chegar a um entendimento sem recorrer à força. “Vamos cuidar de Cuba após o Irã… depois, vamos enviar Marco Rubio para finalizar o acordo”, declarou, gerando expectativa entre apoiadores e críticos.
Contexto das relações EUA-Cuba
As relações bilaterais permanecem tensas desde que Washington impôs, no início do ano, um bloqueio de petróleo que agravou a escassez de combustível em Cuba, provocando apagões e dificuldades econômicas. O embargo, que vigora há mais de seis décadas, tem sido reforçado sob a administração Trump, que tem como meta eventual mudança do governo cubano.
Pressões econômicas sobre Havana
Além do bloqueio de petróleo, os Estados Unidos intensificaram sanções após a captura, em janeiro, do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças americanas. Essa ação elevou as tensões regionais e reforçou a postura agressiva de Washington em relação aos governos de esquerda da América Latina.
Reações de Cuba e da comunidade internacional
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, ao se pronunciar na Assembleia Geral da ONU no mês passado, declarou que o país está sempre aberto ao diálogo com os EUA, mas reiterou a necessidade de respeito à soberania cubana. Organizações internacionais acompanharam o discurso de Trump, apontando que qualquer acordo dependerá de negociações concretas e de garantias de não violação de direitos humanos.
Próximos passos e expectativas
Com a promessa de enviar Marco Rubio para fechar o acordo, a comunidade diplomática aguarda detalhes sobre os termos propostos. Enquanto isso, a população cubana permanece sob pressão econômica, e a reação interna nos Estados Unidos também será observada, sobretudo em meio a críticas de opositores que questionam a eficácia de uma política baseada em sanções e ameaças.
Com informações de G1 Mundo.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional