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Terremoto de magnitude 7,4 atinge Colômbia e mata mais de 130 pessoas

Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu o oeste da Colômbia na manhã desta segunda-feira (10), deixando ao menos 132 mortos, segundo balanço divulgado por entidades locais nesta terça-feira (11). O abalo foi sentido em praticamente todo o território colombiano e também em regiões do Panamá e do Equador, incluindo a capital Quito. No Brasil, moradores de Manaus relataram ter sentido tremores.

Cali concentra as maiores perdas

A cidade de Cali, no sudoeste do país, foi a mais castigada pelo tremor. Autoridades locais contabilizam ao menos 35 mortos e 188 pessoas desaparecidas somente na região, além de cerca de 700 feridos e 5 mil imóveis destruídos ou danificados. Outras cidades, como Pereira e Manizales, também registraram destruição significativa, com dezenas de edificações danificadas.

Hospitais e escolas entre os danos

O governo colombiano informou que três hospitais colapsaram e outros 18 sofreram avarias na região mais afetada. Ao menos 39 unidades de ensino foram danificadas, e o principal aeroporto da área opera com restrições devido a danos na estrutura.

Resgates continuam no segundo dia

Equipes de busca e resgate trabalham desde a noite de segunda-feira para localizar sobreviventes sob escombros. Um teleférico turístico ficou paralisado durante o tremor, e as 16 pessoas presas nas cabines já foram resgatadas em segurança. O governo enviou reforços de socorristas e cães farejadores para as áreas mais atingidas.

Toque de recolher após relatos de saques

Diante de registros de furtos em áreas atingidas, a prefeitura de Cali decretou toque de recolher entre as 20h de segunda-feira e as 6h desta terça-feira, no horário local. O governo nacional afirmou que vai reforçar o policiamento nas cidades afetadas com o envio de cerca de mil militares.

Alerta para atividade vulcânica

Após os tremores, autoridades colombianas emitiram alerta para atividade do vulcão Puracé, que começou a expelir cinzas e gases nas horas seguintes ao terremoto. Especialistas monitoram a possível relação entre o abalo sísmico e o aumento da atividade vulcânica na região.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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