Cultura/Entretenimento

Rock in Rio nega teoria de dia exclusivo para mulheres e confirma ausência de Ariana Grande e Miley Cyrus

Durante a edição 2026 do Rock in Rio, realizada entre 4 e 13 de setembro, circulou nas redes sociais a ideia de que a última noite do festival seria dedicada exclusivamente ao público feminino, como ocorreu no ano anterior. A hipótese ganhou força ao se associar à possível presença de duas das maiores estrelas pop internacionais, Ariana Grande e Miley Cyrus, como atrações principais.

Organização esclarece a programação

Roberta Medina, vice‑presidente do festival, afastou a especulação em entrevista concedida ao portal de notícias. Segundo ela, a definição dos artistas‑cabeça ocorre antes da montagem dos demais palcos, de modo que a escolha de um headliner feminino para o dia 13 não se configurou. “Nós anunciamos primeiro o headliner, porque ele é quem atrai o maior número de pessoas. A partir daí desenhamos o perfil do dia e completamos o restante da grade”, afirmou a executiva.

Line‑up do último dia

O cartaz do dia 13 acabou reunindo nomes como Ivete Sangalo, Lola Young, Halsey, Marina Sena, Zara Larsson e a dupla americana Twenty One Pilots, que assumiu a posição de atração principal. Não houve, portanto, um programa exclusivamente feminino nem a presença de Ariana Grande ou Miley Cyrus.

Por que as estrelas internacionais não foram confirmadas

Em conversa com o jornal O Globo, Medina deixou entrever que Miley Cyrus teria recusado um convite de última hora, embora não tenha especificado em que data a cantora seria esperada. No caso de Ariana Grande, a artista encerrou recentemente a “Eternal Sunshine Tour”, que incluía 41 shows em arenas dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, e tem se dedicado a projetos de atuação, reduzindo a disponibilidade para turnês extensas.

Impacto no festival

A ausência de um headliner pop de grande porte fez com que o Twenty One Pilots, conhecido por seu estilo que mescla rap, rock e eletrônica, fosse o responsável por encerrar a edição. Apesar de ter apresentado um show enérgico, a banda enfrentou um público menos acostumado ao seu repertório, contrastando com a expectativa de um encerramento mais voltado ao pop.

Contexto histórico

Esta edição marca a primeira vez desde 2001 em que o Rock in Rio não conta com mulheres anunciadas como cabeças de programa. O festival já havia perdido a possibilidade de contar com Lady Gaga em 2017, quando a artista cancelou sua participação e foi substituída por Maroon 5. A falta de um nome feminino de destaque alimentou ainda mais a circulação da teoria nas redes, que acabou sendo desmentida pela própria organização.

Com a confirmação de que não haverá um dia temático exclusivamente feminino e que nem Ariana Grande nem Miley Cyrus integrarão o line‑up, o Rock in Rio segue com sua programação diversificada, mantendo a tradição de mesclar artistas de diferentes gêneros e nacionalidades ao longo de seus dez dias de espetáculo.

Com informações de G1 Pop & Arte.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *