Economia

Empresas chinesas encerram contratos com Kylian Mbappé após meme controverso

Kylian Mbappé, atacante do Real Madrid e da Seleção francesa, pediu desculpas na manhã desta terça-feira (27) após um meme que o retratava como “ditador chinês” gerar forte reação na China. O conteúdo, que combinava a imagem do jogador ao corpo de Mao Tsé‑Tung, foi divulgado nas redes sociais e rapidamente associado a declarações do próprio atleta sobre seu “meme favorito”.

Desdobramento do meme

O episódio ganhou destaque quando trechos de entrevista em que Mbappé comentava o meme foram amplamente compartilhados. Embora o jogador tenha afirmado que a referência se tratava de um vídeo de um suposto “ditador chinês”, a montagem visual acabou ofuscando a intenção original e provocando indignação entre internautas chineses.

Desculpas do jogador

Em comunicado oficial, Mbappé ressaltou que nunca teve a intenção de ofender o povo chinês ou desrespeitar sua história. O atleta expressou “respeito profundo” à população e pediu que a situação fosse compreendida como um mal‑entendido.

Empresas que romperam acordos

Logo após a repercussão, três companhias chinesas anunciaram o término de contratos comerciais com o craque. A Dongpeng, reconhecida fabricante de bebidas, a Mengniu, grande empresa de laticínios, e a Milkground, produtora de queijos, declararam que não apoiam declarações que ferem o sentimento nacional chinês. Nenhuma delas detalhou exatamente quais cláusulas foram violadas, mas enfatizaram o compromisso com a sensibilidade cultural.

Reação nas redes chinesas

Plataformas como Weibo registraram picos de discussão, com hashtags de boicote ao jogador figurando entre os tópicos mais comentados. A rede social RedNote informou que retiraria todo material promocional ligado a Mbappé, alegando que a parceria de conteúdo havia sido encerrada em dezembro de 2024. Além disso, a televisão estatal chinesa suspendeu a transmissão de partidas da LaLiga envolvendo o francês e removeu anúncios publicitários que o apresentavam.

Impacto nas relações comerciais e esportivas

O caso ilustra como questões culturais podem repercutir rapidamente nos negócios globais, especialmente quando envolvem figuras de alto perfil. Analistas apontam que a decisão das empresas chinesas pode ter reflexos na estratégia de marketing da LaLiga e nas futuras negociações de patrocínio de clubes europeus com o mercado asiático. Enquanto isso, Mbappé permanece focado na Copa do Mundo, onde ajudou a França a avançar para as semifinais, mas a controvérsia pode exigir atenção contínua de sua assessoria de imprensa e dos patrocinadores globais.

Com informações de G1 Economia.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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