Drone russo atinge ponte Norte em Kiev e deixa duas vítimas
Um drone de origem russa colidiu nesta manhã de domingo, 4 de outubro, com a Ponte Pivnichnyi, conhecida como Ponte Norte, em Kiev, provocando danos na estrutura e ferindo duas pessoas, de acordo com o prefeito da capital, Vitaly Klitschko.
Contexto do ataque
O incidente ocorreu enquanto a via registrava intenso fluxo de veículos, conforme mostra um vídeo divulgado pelo presidente Volodymyr Zelensky nas redes sociais. Zelensky descreveu o ataque como parte de uma série de agressões russas que visam alvos civis e infraestrutura crítica.
Sequência de incidentes na capital
A ponte já havia sido alvo de um ataque no sábado anterior, e a Ponte Sul foi atingida por um drone de propulsão a jato na sexta‑feira, 2 de outubro, segundo autoridades locais. As autoridades ucranianas apontam que esses golpes fazem parte de uma escalada nos bombardeios aéreos contra a cidade.
Visita do chanceler alemão
No mesmo dia, o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, chegou a Kiev sob alerta de sirenes de ataque aéreo. Em reunião com Zelensky, Merz reiterou o apoio econômico ao país e pediu o fim imediato das hostilidades russas. Durante o encontro, os dois líderes anunciaram a assinatura de um acordo para a produção conjunta de drones de uso militar.
Pacote de ajuda anunciado
Como parte do novo suporte, a Alemanha revelou um pacote de 1,35 bilhão de euros, dos quais 1 bilhão destinam‑se a assistência militar e 350 milhões a reparos no setor de energia ucraniano. O anúncio foi feito enquanto o casal de dirigentes visitava a Academia de Ciências da Ucrânia, edifício que sofreu ataque de drones na semana passada.
Repercussões e respostas
Além da cratera deixada na ponte, moradores relataram ouvir quatro alertas de ataque aéreo e explosões em diferentes pontos da cidade. As defesas antiaéreas ucranianas entraram em ação, mas o incidente evidencia a vulnerabilidade da infraestrutura civil diante dos ataques russos.
As autoridades continuam monitorando a situação e reforçando os sistemas de defesa ao redor de pontos estratégicos de Kiev, enquanto a comunidade internacional acompanha a escalada de violência na região.
Com informações de G1 Mundo.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional