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Trump reafirma luta contra o terrorismo ao lembrar 25 anos de 11 de setembro

Na manhã de 11 de setembro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou de uma cerimônia no Pentágono para marcar o vigésimo quinto aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001. Em discurso ao lado do secretário de Defesa, Pete Hegseth, Trump destacou a importância de não esquecer o “mal genuíno” que devastou o país naquele dia.

Discurso no Pentágono

Durante o evento, Trump recordou que quase 3 mil pessoas perderam a vida nas Torres Gêmeas, no Pentágono e em um avião que caiu na Pensilvânia. O presidente ressaltou que o país respondeu ao atentado com determinação, afirmando que “nunca, nunca vamos esquecer” e que a memória da tragédia serve de motivação para continuar a luta contra o terrorismo.

Referência à guerra ao terror

Ao evocar a política de “guerra ao terror” implementada após 2001, Trump elogiou os militares e as equipes de emergência que, segundo ele, demonstraram coragem ao enfrentar a ameaça. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, também elogiou os heróis que “encararam a morte de frente” e reforçou a ideia de que os EUA permanecem fortes e resilientes 25 anos depois.

Acusações ao Irã

Em um ponto controverso do discurso, Trump acusou o Irã de ser “o patrocinador número 1 do terrorismo no mundo” e reiterou que o país “nunca terá uma arma nuclear”. A declaração surge em meio a um conflito que, segundo autoridades norte‑americanas, já dura mais de seis meses, intensificando as tensões geopolíticas entre Washington e Teerã.

Reações de autoridades

Além de Trump e Hegseth, outras figuras do governo participaram das comemorações, destacando o papel dos serviços de emergência e dos civis que ajudaram na resposta imediata ao ataque. O evento contou ainda com homenagens a veteranos e aos familiares das vítimas, reforçando a mensagem de unidade nacional.

Comemorações em todo o país

Simultaneamente ao ato no Pentágono, cidades como Nova‑York, Washington e outras localidades organizaram vigílias, exposições e momentos de silêncio. A lembrança dos 2.977 mortos continua a influenciar a cultura e a política americana, servindo como ponto de referência para debates sobre segurança nacional e política externa.

Com informações de G1 Mundo.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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