Política

PT oficializa candidatura de Lula à Presidência em convenção em São Paulo

O Partido dos Trabalhadores confirmou neste domingo (2) a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República em 2026. O anúncio foi feito durante convenção nacional realizada no Expo Center Norte, na zona norte de São Paulo, que reuniu lideranças partidárias e representantes de siglas aliadas.

Chapa repete formação de 2022

Na mesma cerimônia, o PSB confirmou a permanência de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente, repetindo a dobradinha que venceu o pleito de 2022. Se eleito novamente, Lula chegará ao quarto mandato à frente do Palácio do Planalto.

Federação de partidos amplia base aliada

Para a disputa deste ano, a candidatura petista soma o apoio formal de seis legendas: PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede. O leque de alianças foi apresentado pela cúpula do partido como um dos pontos centrais da estratégia de campanha para as eleições de outubro.

Discursos marcam abertura do evento

A convenção começou por volta das 11h com a fala do presidente nacional do PT, Edinho Silva, que classificou o pleito de 2026 como decisivo para a soberania do país diante de possíveis pressões externas. Na sequência, discursaram o ex-ministro Fernando Haddad, o vice-presidente Geraldo Alckmin e a primeira-dama Janja Silva.

Lula fala por mais de uma hora

Encerrando o evento, Lula discursou por mais de 60 minutos e defendeu o histórico de governo como principal argumento da campanha. “O que motiva um governo a ganhar as eleições é se o legado dele for merecedor de confiança e de respeito. Quem fez pode prometer mais. Quem não fez não tem o que prometer”, disse o presidente aos correligionários presentes no ginásio.

Recorde de idade em disputa

Aos 80 anos, Lula pode se tornar o presidente mais velho da história do país a ocupar o cargo caso seja reeleito em outubro, superando a marca que ele próprio estabeleceu em mandatos anteriores. A confirmação da chapa petista se soma a outras candidaturas já lançadas por partidos de oposição nas últimas semanas, movimentando o tabuleiro eleitoral a menos de três meses da votação.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Maickel Katz

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