Economia

Guerra comercial entre EUA e Canadá ameaça disparar preço de papel higiênico

Consumidores norte-americanos devem se preparar para desembolsos maiores em produtos de papel após o colapso das negociações comerciais entre Estados Unidos e Canadá. O impasse abriu caminho para uma escalada tarifária que coloca setores inteiros em xeque, especialmente o de produtos de higiene.

As conversas entre os dois países naufragaram no fim de semana passado, marcando o fim de semanas de tentativas de evitar uma confrontação econômica. O resultado foi imediato: o primeiro-ministro canadense Mark Carney prometeu retaliar “dólar por dólar” as medidas americanas e divulgou uma lista abrangente de quase 900 produtos americanos que enfrentarão novas tarifas.

Produtos de papel na mira

Produtos de papel, incluindo papel higiênico, estão entre os setores mais afetados pela retaliação. As tarifas canadenses variam entre 25% e 50% e entrarão em vigor a partir de 8 de setembro. Essa amplitude tarifária coloca consumidores diante de aumentos significativos em itens de consumo diário.

O setor de produtos de higiene, particularmente vulnerável, pode sofrer impactos imediatos nos preços no varejo. A estrutura de custos desses produtos, que dependem fortemente de importações entre os dois países, deve amplificar o efeito das tarifas nos bolsos dos consumidores.

Décadas de comércio fluido em risco

A situação marca uma ruptura significativa em relações comerciais que há décadas funcionam sem grandes atritos entre Washington e Ottawa. A profundidade da escalada — com quase 900 produtos americanos sob fogo — sugere que essa pode ser uma disputa prolongada, não um impasse de curta duração.

Analistas apontam que produtos essenciais do dia a dia, especialmente os ligados a higiene pessoal e limpeza, tendem a sofrer aumentos imediatos quando tarifas são implementadas, já que a demanda por esses itens permanece inelástica mesmo diante de preços mais altos.

Com informações de The Guardian World.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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