Política

Deputado Guilherme Cortez pede ampliação da investigação da PF sobre ataques a símbolos religiosos

O deputado federal eleito Guilherme Cortez (PSOL-SP) protocolou nesta terça-feira (10) uma representação junto à Polícia Federal solicitando que a apuração já em curso seja ampliada para abarcar novos episódios de vandalismo contra símbolos religiosos ocorridos nos últimos dias.

Pedido formal à Polícia Federal

Na documentação apresentada, Cortez argumenta que os recentes atos de depredação — que incluíram pichações e danos a imagens sacras em estabelecimentos e espaços públicos — configuram uma escalada de intolerância que deve ser investigada de forma integrada. O parlamentar destacou que a investigação atual, iniciada pela PF em resposta a outros casos de crime contra a fé, ainda não contempla esses últimos incidentes.

Contexto dos ataques

Segundo registros da imprensa, nos últimos sete dias foram registrados ao menos quatro casos de vandalismo a símbolos religiosos em diferentes cidades brasileiras, incluindo Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro. Em Fortaleza, por exemplo, lojas que comercializam artigos religiosos foram alvos de pichações com mensagens de ódio. Em São Paulo, um templo foi alvo de grafite que ofende práticas de uma comunidade religiosa minoritária.

Reação de autoridades e sociedade

Ao ser questionado sobre a solicitação, a Polícia Federal afirmou que avaliará a proposta e que, caso haja fundamento, pode abrir procedimentos complementares. Organizações de direitos humanos e de liberdade religiosa manifestaram preocupação com o aumento de agressões motivadas por intolerância, cobrando respostas rápidas das autoridades.

Posicionamento do deputado Cortez

Cortez, que se apresenta como representante da esquerda jovem, reforçou que a proteção da liberdade de crença é tema central de sua agenda política. Em comunicado, o parlamentar afirmou que “não podemos permitir que a intolerância se disfarce de liberdade de expressão”. Ele também ressaltou que a ampliação da investigação pode servir de alerta para políticas preventivas de segurança e educação.

Impacto político

A iniciativa chega em um momento de intensas discussões no Congresso sobre a regulamentação de discursos de ódio e a proteção de minorias religiosas. Analistas apontam que a medida pode fortalecer a imagem de Cortez como defensor dos direitos civis, ao mesmo tempo em que pressiona a Polícia Federal a agir com maior rigor em casos que envolvem violência simbólica.

O caso ainda está em fase preliminar, mas a solicitação do deputado coloca em evidência a necessidade de um acompanhamento mais amplo das ameaças à liberdade religiosa no país.

Com informações de Folha Poder.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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