Política

Cinema brasileiro solicita atenção internacional para segundo turno das eleições de 2026

Um grupo de destacados profissionais do cinema nacional, entre eles Wagner Moura, Fernando Meirelles e Petra Costa, publicou nesta segunda-feira uma carta aberta exigindo que a comunidade internacional acompanhe de perto o segundo turno da eleição presidencial brasileira, previsto para 25 de outubro.

Carta aberta e seus autores

A petição, assinada por mais de cinquenta nomes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, reúne artistas, diretores, produtores e roteiristas reconhecidos, como Sônia Braga, Anna Muylaert, Gabriel Mascaro e Karim Ainouz. O documento foi divulgado inicialmente pela revista Variety e republicado pelo portal G1.

Principais alegações

Os signatários apontam “sinais preocupantes de desrespeito às normas democráticas”, citando supostas tentativas de interferência estrangeira e relatos de restrição de alcance nas redes sociais controladas pela Meta. A carta menciona ainda um suposto aporte de cerca de US$ 1 milhão, proveniente de um fundo de direitos humanos do Departamento de Estado dos EUA, destinado a um programa de combate ao “lawfare” no Brasil.

Repercussão internacional

Além de solicitar investigação transparente das denúncias, os cineastas pedem que a imprensa internacional cubra o pleito com rigor, a fim de garantir a lisura do processo eleitoral. Eles argumentam que a proteção da liberdade de expressão e a sustentabilidade da indústria audiovisual dependem da preservação de um ambiente democrático.

Impactos para a indústria audiovisual

Os autores alertam que políticas de austeridade e possíveis retrocessos nas áreas culturais – como o fechamento do Ministério da Cultura e a suspensão do Fundo Setorial do Audiovisual – poderiam comprometer a produção cinematográfica nacional. Para eles, a estabilidade política é condição imprescindível para a continuidade de projetos e investimentos no setor.

Próximos passos

Os signatários convocam organizações de direitos humanos, observadores eleitorais e autoridades de imprensa a monitorar o desenrolar da campanha, bem como a conduzir investigações independentes sobre as alegações de interferência e manipulação de conteúdo nas plataformas digitais. A carta completa está disponível nos sites da Variety e do G1.

Com informações de G1.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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