Economia

Alstom anuncia investimento de R$ 130 milhões para ampliar produção de trens em São Paulo

A fabricante ferroviária Alstom vai investir R$ 130 milhões ao longo dos próximos cinco anos para ampliar a produção de trens em sua planta no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. O aporte faz parte de um movimento mais amplo da empresa para reforçar a capacidade fabril no estado.

Contrato da Linha 6-Laranja

O investimento está relacionado à fabricação de 22 trens previstos em contrato para a Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo, que começou a operar recentemente na capital paulista. A produção das composições segue em andamento, com entregas programadas para os próximos anos conforme o cronograma da concessionária responsável pela linha.

Geração de empregos

Segundo a empresa, a fabricação dos trens já gerou cerca de 5 mil empregos, diretos e indiretos, ao longo da cadeia produtiva. O número inclui postos de trabalho na própria planta industrial e em empresas parceiras envolvidas nas diferentes etapas de montagem e fornecimento de componentes.

Cadeia de fornecedores

O contrato da Linha 6-Laranja envolveu ainda 120 fornecedores ferroviários espalhados pelo país, o que reforça o peso econômico do projeto para além da fábrica principal. A rede de fornecedores abrange desde componentes eletrônicos até estruturas metálicas e sistemas de segurança utilizados nas composições.

Expansão da planta no Vale do Paraíba

Nos últimos anos, a Alstom vem ampliando gradualmente a capacidade produtiva de sua unidade no interior paulista, região que concentra parte relevante da indústria ferroviária brasileira. O novo aporte de R$ 130 milhões deve ser direcionado à modernização de linhas de montagem e à ampliação da capacidade de produção simultânea de composições.

Perspectivas para o setor

O reforço na produção local de trens ocorre em meio a um ciclo de expansão de sistemas metéroferroviários em várias capitais brasileiras, o que deve manter a demanda por novas composições aquecida nos próximos anos. A expectativa do setor é de que outros contratos semelhantes sejam firmados conforme avançam os projetos de mobilidade urbana pelo país.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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