Economia

Algar vende unidade de internet das coisas para empresa britânica por R$ 720 milhões

A Algar, grupo brasileiro de tecnologia e telecomunicações com sede em Uberlândia (MG), fechou acordo para vender sua operação de Internet das Coisas (IoT) à Arqia, companhia britânica especializada em conectividade para esse tipo de tecnologia. O negócio foi avaliado em R$ 720 milhões e anunciado nesta quinta-feira.

O que é a unidade negociada

A área vendida reúne os serviços de IoT do grupo, tecnologia que permite a conexão remota e a troca de dados entre máquinas, sensores e equipamentos sem necessidade de intervenção humana direta — usada por empresas em setores como logística, agronegócio, indústria e monitoramento de frotas.

Quem é a compradora

A Arqia atua no mercado internacional de conectividade voltada especificamente para dispositivos conectados, oferecendo infraestrutura para que empresas gerenciem grandes volumes de aparelhos IoT distribuídos em diferentes países. Com a aquisição, a companhia amplia sua presença no mercado brasileiro, um dos que mais crescem no segmento na América Latina.

Por que a Algar decidiu vender

A operação se insere em um movimento mais amplo de grupos de telecomunicações que optam por concentrar investimentos em seus negócios principais e repassar unidades específicas a companhias especializadas, capazes de escalar o serviço em nível global. Para a Algar, a venda representa a entrada de um volume relevante de recursos, que a empresa poderá redirecionar para outras frentes de atuação em tecnologia e conectividade.

Impacto no mercado de IoT

O setor de internet das coisas vem registrando expansão acelerada no Brasil, impulsionado pela digitalização de processos industriais e agrícolas e pela busca por eficiência operacional em cadeias logísticas. Negócios como este sinalizam o interesse de players internacionais em consolidar posição no país, aproveitando uma base de clientes já estabelecida por empresas locais.

Próximos passos

A conclusão da transação ainda depende das etapas usuais de fechamento de negócios dessa natureza, incluindo aprovações regulatórias aplicáveis. Não foram divulgados detalhes sobre eventual transição de clientes, equipe ou contratos vigentes da unidade de IoT durante o processo de transferência de controle.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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