Cleitinho pode ser oficializado ao Governo de Minas Gerais nesta segunda-feira
Minas Gerais deve ter, a partir desta segunda-feira (3), uma resposta para uma das indefinições mais comentadas da pré-campanha ao governo estadual: afinal, o Republicanos vai ou não bancar o senador Cleitinho Azevedo na disputa pelo Palácio da Liberdade? A cúpula do partido marcou uma reunião para bater o martelo depois de semanas de idas e vindas que já renderam bastante desgaste interno.
Do “não” ao “talvez sim”
Até pouco tempo atrás, a legenda parecia ter fechado a questão: sem Cleitinho na cabeça de chapa. O problema é que essa decisão começou a fazer barulho nos bastidores. Segundo relatos de dirigentes estaduais, uma possível debandada de candidatos a deputado federal e estadual acendeu o alerta entre os caciques do partido, que passaram a temer perder força nas urnas em outubro.
A lógica é simples: boa parte da militância aposta que o nome de Cleitinho puxaria votos e ajudaria a eleger mais parlamentares para o Legislativo mineiro e para Brasília. Com isso, o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, voltou a colocar o senador na mesa de negociação e prometeu uma definição rápida.
Cleitinho joga pressão pública
Enquanto o partido hesitava, Cleitinho não ficou parado. Em falas públicas recentes, o senador desafiou a cúpula da legenda ao afirmar, sem meias palavras, que seria candidato ao governo — decisão do partido ou não. O tom mais ríspido não caiu bem entre os dirigentes, mas parece ter funcionado: hoje a ala interna que defende sua candidatura ganhou força.
Outro fator que pesou contra o senador foi sua ausência na convenção partidária, tratada por parte da legenda como um sinal de desrespeito ao processo interno e citada, à época, como argumento para deixá-lo de fora da disputa majoritária.
O que muda a partir de amanhã
Se a reunião desta segunda confirmar o apoio, Cleitinho entra oficialmente na briga pelo governo de Minas Gerais em um quadro eleitoral já disputado, com outros nomes fortes na corrida estadual. Se o partido recuar de novo, o Republicanos corre o risco de repetir o desgaste das últimas semanas — dessa vez, às vésperas do calendário eleitoral apertar de vez.
Com informações da Jovem Pan.
Conteúdo gerado com auxílio de inteligência artificial a partir de fontes noticiosas, com curadoria e edição de Maickel Katz.
— Maickel Katz