Esquerda realiza ato na Avenida Paulista para revitalizar militância de Lula
Manifestantes de esquerda se reuniram na manhã deste domingo, 11 de outubro de 2026, ao longo da Avenida Paulista, em São Paulo, em um ato coordenado para reanimar a militância em torno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tentar reverter o clima de desânimo que se instalou entre seus apoiadores.
Reunião na Avenida Paulista
O encontro contou com a presença de milhares de simpatizantes, sindicalistas, estudantes e lideranças de partidos progressistas. A concentração foi organizada por coletivos de esquerda que anunciaram a ação nas redes sociais dias antes, prometendo discursos, músicas e distribuição de material de campanha. O local, tradicional palco de manifestações públicas, recebeu faixas, cartazes e um grande painel com imagens de campanhas anteriores do governo.
Contexto eleitoral
A iniciativa ocorre em um momento crítico da disputa presidencial. No primeiro turno da eleição, o candidato do Partido Liberal, Flávio Bolsonaro, ficou à frente nas pesquisas, deixando o candidato petista em posição desfavorável. A margem de vantagem de Bolsonaro tem aumentado nas últimas semanas, alimentando preocupação entre militantes que temem uma derrota nas urnas.
Discurso de Lula e mobilização
O presidente Lula compareceu ao ato por meio de transmissão ao vivo, dirigindo-se aos presentes com uma mensagem de esperança e convocando a união dos setores populares. Em seu discurso, destacou conquistas sociais do seu governo, como a ampliação de programas de renda e a redução da desigualdade, e enfatizou a necessidade de “não deixar o medo silenciar a luta”. A presença virtual do presidente gerou uma onda de entusiasmo, com a plateia reagindo com aplausos e cânticos.
Reação nas redes e entre apoiadores
Nas redes sociais, a hashtag #LulaNaPaulista rapidamente ganhou tração, acumulando dezenas de milhares de postagens em poucas horas. Usuários elogiaram a iniciativa como “sinal de resistência” e “mostra que ainda há força nas bases”. No entanto, críticos apontaram que o evento poderia ser apenas uma demonstração simbólica, insuficiente para mudar a dinâmica das pesquisas.
Desafios para a campanha
Especialistas políticos apontam que, além de mobilizar a militância, a estratégia do PT precisará de uma rearticulação de mensagens e propostas que conversem com eleitores indecisos, principalmente nas regiões onde Bolsonaro tem ganhado terreno. A organização da campanha ainda não revelou se haverá novas ações semelhantes em outras capitais, mas a expectativa é de que a esquerda continue buscando formas de revitalizar seu discurso antes da segunda rodada, caso ela se confirme.
Com informações de Folha Poder.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional