Terremoto de magnitude 7 atinge Tibete, deixa 16 mortos e centenas de casas destruídas
Um forte sismo de magnitude 7, registrado na manhã de 23 de outubro, abalou a região norte do Tibete, na cidade de Nagqu, provocando ao menos 16 mortes e 54 feridos, conforme dados divulgados pelos meios oficiais chineses.
Destruição de moradias e infraestrutura – O terremoto fez desabar 339 residências e 20 galpões destinados à criação de animais. As autoridades municipais relataram que centenas de lares ficaram sem teto, enquanto as condições climáticas rigorosas da região aumentam a vulnerabilidade dos desabrigados.
Operação de busca e resgate – Equipes de socorro foram imediatamente mobilizadas, incluindo unidades da polícia, bombeiros e voluntários locais. As equipes enfrentam o desafio de operar em altitudes elevadas e terrenos acidentados, que dificultam o acesso a áreas mais afetadas. Até o momento, os esforços concentram‑se na localização de possíveis sobreviventes sob os escombros e na prestação de primeiros socorros aos feridos.
Após‑sismos e monitoramento sísmico – Pelo menos sete réplicas foram registradas nas horas seguintes ao abalo principal, aumentando a apreensão da população e complicando as operações de resgate. O Centro de Monitoramento Sísmico da China acompanha continuamente a atividade, alertando para a possibilidade de novos tremores de menor magnitude.
Contexto histórico – Segundo a CCTV, emissora nacional, este foi o maior terremoto registrado na região nos últimos cinco anos. A área de Nagqu, conhecida por sua geologia instável, tem histórico de sismos, mas a intensidade deste evento supera ocorrências recentes.
Resposta governamental – O governo regional de Tibete declarou estado de emergência e liberou recursos financeiros para apoio imediato às vítimas. Centros de acolhimento foram instalados nas proximidades da capital da província, Lhasa, e equipes médicas foram enviadas para atender à demanda crescente.
Autoridades locais pedem calma à população e reforçam a importância de seguir as instruções de evacuação e de permanecer em áreas seguras até que os especialistas declarem o risco de novos deslizamentos encerrado. Enquanto isso, organizações humanitárias internacionais monitoram a situação, prontas para oferecer assistência adicional caso seja necessária.
Com informações de The Guardian World.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional