Real Madrid e Juventus entram na queda de braço contra o plano bilionário de Infantino na Fifa
A crise dentro da Fifa ganhou um capítulo e tanto nos últimos dias, com dois gigantes do futebol europeu — Real Madrid e Juventus — entrando de vez na queda de braço contra o presidente da entidade, Gianni Infantino. O motivo é o mesmo que já vinha incomodando outros clubes tradicionais: um plano da Fifa para transformar seu braço comercial em uma empresa separada e vender uma fatia relevante desse negócio a um investidor externo.
Por que os clubes estão revoltados
A lógica dos clubes é direta: a Fifa não seria “dona” do futebol sozinha, e boa parte do valor comercial que a entidade tenta monetizar existe justamente porque Real Madrid, Juventus e companhia colocam seus times em campo. Bayern de Munique e Borussia Dortmund já haviam criticado publicamente a proposta antes, e agora os dois clubes europeus se somam à lista de opositores, ampliando a pressão sobre Infantino.
A situação ficou ainda mais delicada com a saída de um assessor sênior de Infantino, decisão que reforça a leitura de que o mandatário está cada vez mais isolado dentro da própria gestão. Enquanto isso, a Uefa, entidade que comanda o futebol europeu, já sinalizou que pode boicotar torneios organizados pela Fifa como forma de protesto contra o plano de venda.
O que vem por aí
Representantes de Real Madrid e Juventus já mantiveram conversas com outros clubes do continente e também com a própria Uefa para alinhar os próximos passos. Não há, até o momento, uma definição sobre o futuro do plano comercial de Infantino, mas a resistência crescente de nomes pesados do futebol europeu deve forçar a Fifa a rever — ou pelo menos negociar — os termos da proposta nas próximas semanas.
Com informações da Bloomberg.
Conteúdo gerado com auxílio de inteligência artificial a partir de fontes noticiosas, com curadoria e edição de Maickel Katz.
— Maickel Katz