Economia

Preços da picanha continuam em alta na gestão Lula, porém ritmo menor que no governo Bolsonaro

Os valores da picanha, corte tradicionalmente valorizado nas churrasqueiras brasileiras, seguiram subindo ao longo do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. O aumento, porém, ocorreu em ritmo mais contido quando comparado ao período em que Jair Bolsonaro comandava o país.

Contexto de alta nos alimentos

O setor de carnes tem sentido pressão de diversos fatores, como a alta nos custos de insumos, variações cambiais e a retomada da demanda pós‑pandemia. Dentro desse cenário, a picanha mantém-se como um dos itens mais sensíveis ao poder de compra das famílias.

Comparativo entre gestões

Segundo levantamento de preço realizado ao longo dos últimos três anos da administração atual, a picanha registrou elevações contínuas, embora a taxa de crescimento tenha sido inferior à observada entre 2019 e 2022, período em que Bolsonaro esteve à frente do Executivo. A diferença de ritmo indica que, apesar da tendência inflacionária, os ajustes de preços estão mais moderados sob a política econômica de Lula.

Impacto para o consumidor

Para os consumidores, a desaceleração no aumento pode representar alívio parcial, sobretudo nos lares que destinam maior parte do orçamento à alimentação. Contudo, o corte ainda apresenta preços acima dos níveis pré‑pandemia, o que preserva a sensação de encarecimento.

Fatores que influenciam a tendência

Especialistas apontam que a combinação de políticas de crédito agrícola, controle de exportações e ajustes nos tributos incidentes sobre a cadeia de produção de carnes contribuiu para frear a velocidade de alta. Ao mesmo tempo, a inflação geral do país, que tem mostrado sinais de desaceleração, ajuda a conter a pressão sobre os preços ao consumidor.

Perspectivas

Analistas do mercado esperam que o ritmo de alta da picanha continue moderado nos próximos meses, desde que a conjuntura econômica se mantenha estável. Qualquer variação brusca nos custos de alimentação animal ou nas taxas de câmbio pode, entretanto, rever os preços ao varejo.

Com informações de Folha Mercado.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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