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Nepal decreta dia de luto nacional após avalanche que matou 1.398 e deixou mais de 5.500 desaparecidos

O governo do Nepal anunciou, nesta segunda-feira, 7 de setembro, um dia de luto nacional em homenagem às vítimas da avalanche que atingiu a região fronteiriça com a China em 26 de agosto. Bandeiras foram hasteadas a meio-mastro em prédios públicos, marcando a primeira cerimônia oficial desde a tragédia.

Impacto humano da catástrofe

De acordo com balanços provisórios divulgados pelas autoridades, a avalanche já causou a morte de pelo menos 1.398 pessoas e deixou mais de 5.500 desaparecidas. Entre os desaparecidos estão turistas, peregrinos estrangeiros e centenas de trabalhadores que estavam nas barragens destruídas.

Operação de busca e resgate

As equipes de emergência continuam a operar em três frentes — terra, ar e túneis — como informou o porta‑voz militar Raja Ram Basnet. Até o momento, três pessoas foram resgatadas nos últimos dias, incluindo dois trabalhadores nepaleses, um cidadão chinês e uma idosa que ainda estava presa nos escombros de sua casa. O Exército afirmou que a busca segue com a mesma intensidade do primeiro dia, mesmo diante de desafios logísticos e climáticos.

Reação das famílias

Enquanto os socorristas avançam, familiares de desaparecidos expressam frustração e cansaço. Em uma praça de Katmandu, dezenas de parentes protestaram com faixas que questionam a duração da espera e exigem respostas concretas. Reena Amatya Shrestha, que busca notícias do irmão geólogo Sumesh Amatya, declarou que ainda mantém esperança, mas cobra resultados.

Desafios técnicos e internacionais

Especialistas estrangeiros, como o australiano Arnold Dix, acompanham as operações e apontam para a complexidade de múltiplas missões simultâneas em áreas de difícil acesso. O colapso parcial de uma geleira e de parte da montanha desencadeou a avalanche, que devastou estradas, pontes, residências e infraestruturas locais.

Perspectivas para os próximos dias

As autoridades prometem manter o ritmo das buscas e intensificar os esforços de apoio às famílias afetadas. Enquanto isso, a nação observa em silêncio o dia de luto, aguardando respostas que ainda não chegam.

Com informações de G1 Mundo.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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