Executivo do Banco Master teria solicitado certificados falsos de vacinação para atriz Monique Alfradique
Mensagens trocadas pelo executivo Daniel Vorcaro, sócio do Banco Master, apontam que ele encomendou certificados internacionais de vacinação contra a febre amarela com datas retroativas de aplicação. Os documentos teriam sido destinados à atriz Monique Alfradique, que precisaria apresentá‑los para viagens ao exterior.
Pedido de documentos falsificados
De acordo com o conteúdo obtido pelos jornalistas da Folha, Vorcaro utilizou um intermediário identificado apenas como “sicário” para adquirir os certificados. As conversas mostram que o executivo solicitou que as vacinas fossem registradas como se tivessem sido aplicadas em datas anteriores à sua efetiva realização, garantindo assim a validade perante autoridades sanitárias estrangeiras.
Repercussão no Banco Master
O Banco Master ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso. Em nota enviada ao contato da Gazeta Nacional, a instituição informou que está analisando a situação e que, se comprovada alguma irregularidade, adotará as medidas cabíveis.
Reação da atriz
Monique Alfradique, que tem agenda internacional de filmagens e eventos, também não respondeu a pedidos de esclarecimento. Seu assessoria encaminhou um comunicado indicando que a atriz não tem conhecimento de qualquer procedimento de falsificação de documentos de saúde.
Aspectos legais
Falsificar documentos de vacinação constitui crime previsto na Lei nº 13.979/2020, com pena de reclusão de até quatro anos e multa. Caso as investigações confirmem a emissão de certificados retroativos, Vorcaro e os demais envolvidos podem ser enquadrados nas sanções previstas.
Possíveis desdobramentos
Autoridades de saúde pública e órgãos de controle financeiro foram notificados sobre as mensagens. Analistas de mercado observam que o caso pode gerar repercussões nas ações de empresas vinculadas ao setor de fintechs, sobretudo se houver indícios de uso de recursos bancários para a compra dos documentos falsos.
Enquanto as investigações avançam, o episódio levanta dúvidas sobre a prática de obtenção de certificados de vacinação por meios ilícitos, especialmente entre figuras públicas que viajam com frequência para países que exigem comprovação de imunização.
Com informações de Folha Mercado.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional