Criança de Cúcuta tem pedido de transplante de coração atendido após ano de espera
Lucas Murillo, de 8 anos, nasceu em Cúcuta com uma cardiopatia congênita que requer um transplante de órgão para garantir sua sobrevivência. Depois de um ano de processos burocráticos e longas esperas nos sistemas de saúde, o menino e sua família recorreram diretamente ao presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, solicitando que o caso fosse priorizado.
Apelo ao chefe de Estado
Em uma entrevista concedida ao presidente, o pequeno Lucas expressou seu desejo de receber um coração saudável, enquanto sua mãe descreveu a ansiedade de viver com a condição que limita suas atividades diárias e coloca sua vida em risco constante. O pedido foi registrado publicamente nas redes sociais e rapidamente ganhou repercussão local.
Resposta da Nova Entidade Promotora de Saúde
Horas após a solicitação, a Nova Entidade Promotora de Saúde (NEPS), órgão responsável pela coordenação de transplantes no país, emitiu um comunicado confirmando que o caso de Lucas seria incluído como prioridade máxima na fila de transplantes. A entidade informou que já havia iniciado a busca por um doador compatível e que a equipe médica seria mobilizada imediatamente.
Contexto do transplante de coração na Colômbia
O Brasil registra cerca de 1.500 transplantes de coração por ano, enquanto a Colômbia, com população semelhante, realiza aproximadamente 700 procedimentos. A escassez de doadores e os requisitos rigorosos de compatibilidade genética costumam gerar longas esperas, especialmente para pacientes pediátricos. A intervenção direta do presidente tem sido rara, mas não inédita, em situações que mobilizam a opinião pública.
Reação da sociedade e das organizações
ONGs de defesa dos direitos de crianças com doenças raras celebraram a rapidez da resposta, destacando a importância de políticas públicas mais ágeis. Por outro lado, especialistas alertaram que casos excepcionais não devem se tornar modelo, sob risco de gerar desigualdades no acesso ao tratamento.
Próximos passos
De acordo com a NEPS, a equipe cirúrgica está preparada para realizar o transplante assim que houver um órgão compatível, o que pode levar dias ou semanas. Enquanto isso, Lucas continuará sob cuidados intensivos, recebendo suporte médico para estabilizar sua condição. A família agradeceu publicamente ao presidente e à entidade de saúde, reforçando a esperança de que a intervenção traga não só alívio ao menino, mas também inspire melhorias no sistema de transplantes nacional.
Com informações de Euronews PT.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional