Campanha eleitoral de 2026 começa oficialmente com Lula e Flávio Bolsonaro na liderança das pesquisas
Corrida presidencial entra na etapa decisiva
O primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 já tem data marcada para 4 de outubro, e o fim das convenções partidárias definiu oficialmente o quadro de candidatos que disputarão o Palácio do Planalto. Ao todo, treze nomes foram confirmados pelos partidos e seguem agora para análise do Tribunal Superior Eleitoral, responsável por validar cada candidatura antes do início oficial da propaganda eleitoral.
Lula e Flávio Bolsonaro à frente
As pesquisas de intenção de voto mais recentes mostram um cenário de dois nomes concentrando a maior parte da preferência do eleitorado: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tenta a reeleição, e o deputado Flávio Bolsonaro. Os demais concorrentes aparecem com índices consideravelmente menores, em um quadro que analistas descrevem como polarizado e ainda sujeito a mudanças ao longo da campanha.
Primeiro dia oficial de campanha tem atos pelo país
Com a liberação oficial da propaganda eleitoral, partidos e coligações organizaram atos de lançamento de candidatura neste fim de semana em diversas cidades. Governadores, senadores e prefeitos também iniciaram suas próprias campanhas em paralelo à disputa presidencial, com agendas que incluem caminhadas, comícios e reuniões com lideranças locais em capitais e no interior dos estados.
Candidaturas de outros partidos também avançam
Além dos dois nomes que lideram as pesquisas, outros candidatos de partidos menores e de legendas ideologicamente distintas seguem tentando ampliar sua base de apoio nas primeiras semanas de campanha. A disputa também inclui debates que devem ocorrer nas próximas semanas, quando os candidatos terão a oportunidade de apresentar propostas de forma mais direta ao eleitor.
O que vem a seguir
Até o primeiro turno, a expectativa é de uma disputa acirrada, com oscilações nas pesquisas à medida que os candidatos apresentam seus programas de governo e participam de debates públicos. A Justiça Eleitoral também deve intensificar a fiscalização de propagandas irregulares e de conteúdos falsos nas redes sociais, um dos pontos que devem marcar a corrida deste ano.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional