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Ministro de Netanyahu divulga obra de futuro “centro de enforcamento” em Israel

O ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, publicou um vídeo mostrando as obras de uma futura instalação destinada ao cumprimento de sentenças de morte no país. Na divulgação, Ben Gvir apresentou detalhes do que chamou de “centro de enforcamento”, que incluiria cabines para observação de execuções.

Promessas de campaña

Durante a apresentação, Ben Gvir afirmou que o local permitiria que vítimas presenciassem a execução de condenados. “Quando alguém atacar Israel, será assassinado no local. Mas se um terrorista sobrevive, o traremos para cá. As vítimas poderão vir para vê-los ser executados”, declarou o ministro, referenciando modelos utilizados em alguns estados americanos.

A defesa da pena de morte para palestinos acusados de ataques é uma bandeira histórica de Ben Gvir, que integra a ala de extrema direita da coligação governamental. Desde sua posse como ministro em dezembro, o político tem promovido políticas alinhadas com essa agenda.

Aprovação legislativa em março

Em março de 2026, o Parlamento israelense aprovou uma lei instituindo a pena de morte para palestinos condenados por ataques com vítimas fatais. A votação resultou em 62 votos a favor e 48 contra. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu votou pela aprovação.

A legislação transformou a sentença capital em procedimento padrão nos julgamentos conduzidos em tribunais militares para casos classificados como “atos de terrorismo”.

Reações internacionais

Organizações de defesa dos direitos humanos em Israel e na Europa condenaram a lei. Uma entidade israelense apresentou petição na Suprema Corte do país buscando sua revogação, argumentando violações de garantias fundamentais.

A aprovação da medida consolidou uma das principais bandeiras de campanha dos políticos de extrema direita que integram o governo Netanyahu, refletindo o endurecimento das políticas de segurança no país.

Com informações de G1 Mundo.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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