Milei volta a chamar Lula de ‘corrupto’ dias após apoiar candidatura de Flávio Bolsonaro em São Paulo
Segundo apuração da BBC News Brasil, o presidente argentino Javier Milei voltou a atacar publicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamando o brasileiro de “corrupto” e “ladrão”. A declaração ocorre poucos dias depois de o mandatário argentino viajar a São Paulo para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência do Brasil.
Nova escalada verbal
As críticas de Milei a Lula não são inéditas. Desde que assumiu o governo argentino, o líder ultraliberal tem feito repetidos ataques ao petista, a quem já classificou anteriormente como representante de um modelo econômico que considera fracassado. A retomada das ofensas, porém, chama atenção pelo momento político em que ocorre.
Apoio explícito a Flávio Bolsonaro
A viagem de Milei a São Paulo, poucos dias antes das novas declarações, teve como objetivo declarado reforçar publicamente seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência brasileira. O gesto reforça o alinhamento entre lideranças de direita da região em ano eleitoral no Brasil.
Reação do governo brasileiro
O Palácio do Planalto tem evitado, até o momento, responder diretamente às provocações do presidente argentino, mantendo o discurso de que as relações entre os dois países seguem seus canais institucionais independentemente das trocas de farpas entre os dois líderes.
Reflexo nas relações bilaterais
Analistas de política externa acompanham com atenção o desgaste na relação pessoal entre os dois presidentes, tradicionalmente parceiros no Mercosul, e avaliam se os episódios recentes podem ter reflexos práticos na agenda comercial e diplomática entre Brasil e Argentina nos próximos meses.
Ano eleitoral intensifica embates
Com o Brasil em plena disputa presidencial, é provável que declarações como as de Milei continuem a repercutir na campanha, servindo tanto de munição para apoiadores de Flávio Bolsonaro quanto de contraponto para a militância que defende a reeleição de Lula.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Maickel Katz