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Presidente de El Salvador afirma que corpos encontrados no Haiti não são dos sequestrados

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, afirmou nesta segunda-feira que os corpos entregues às forças militares no Haiti não são dos cidadãos salvadorenhos desaparecidos na semana passada.

Contexto do sequestro – Na última quinta-feira, grupos armados no sul do Haiti alegaram ter capturado vários estrangeiros, entre eles três salvadorenhos que viajavam a trabalho. A notícia gerou preocupação nas autoridades de El Salvador, que iniciaram imediatamente uma operação de busca e comunicação com o governo haitiano.

Entregas de corpos – Na manhã de domingo, soldados haitianos apresentaram dois cadáveres ao gabinete de Bukele, alegando se tratar dos dois homens sequestrados. O presidente, ao analisar os restos, declarou que as identificações não coincidem com as características dos salvadorenhos desaparecidos, ressaltando que “não são nossos homens”.

Reação do governo salvadorenho – Bukele ordenou que equipes de inteligência e forenses continuassem as investigações para confirmar a identidade das vítimas. O presidente também solicitou ao governo haitiano total transparência e acesso aos documentos que comprovem a origem dos corpos, sob pena de medidas diplomáticas.

Impacto nas relações bilaterais – A disputa sobre a identidade dos cadáveres pode afetar as já delicadas relações entre El Salvador e o Haiti, que enfrenta uma crise de segurança e instabilidade política. Observadores regionais alertam que a falta de clareza pode dificultar a cooperação em futuras missões de salvamento de cidadãos estrangeiros.

Próximos passos – As autoridades salvadorenhas planejam enviar uma equipe de peritos ao Haiti para conduzir exames forenses detalhados. Enquanto isso, o caso mantém as famílias das vítimas em estado de incerteza, e o governo de Bukele prometeu apoio total às famílias e à comunidade migrante.

Com informações de BBC World.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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