Pesquisa Datafolha indica Lula à frente com 39% no primeiro turno
A pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17) pelo instituto Datafolha apontou que o ex‑presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial com 39% das intenções de voto para o primeiro turno. O candidato à frente do centro‑esquerda mantém uma vantagem de três pontos percentuais sobre o ex‑governador Flávio Dino, que registrou 36% de apoio. O empresário Cury, que representa a oposição de direita, aparece com 6% das intenções.
Metodologia da pesquisa
O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 17 de setembro, com entrevista a 2.002 eleitores em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A amostra buscou representar as diferentes regiões, classes sociais e faixas etárias, garantindo a robustez dos resultados dentro dos parâmetros estatísticos adotados.
Desempenho dos candidatos
Lula, que busca um terceiro mandato, mantém a liderança apesar das críticas recentes sobre a condução da economia e da política externa. O seu percentual de 39% representa uma leve alta em relação a pesquisas anteriores, que o situavam entre 35% e 38% nas duas últimas semanas. Flávio Dino, que se apresenta como alternativa progressista ao atual governo, consolidou seu apoio em 36%, estabilizando-se após oscilações que o levaram a 34% em levantamentos feitos na primeira metade de setembro.
Cenário eleitoral
Com a soma dos percentuais dos dois principais candidatos ainda abaixo de 70%, a margem para candidatos de menor expressão pode influenciar o desdobramento do pleito. A presença de Cury com 6% indica que parte do eleitorado conservador ainda não se consolidou em torno de um único nome, o que pode favorecer alianças ou coalizões nos próximos meses.
Impacto nas campanhas
Os resultados reforçam a necessidade de ajustes estratégicos. A equipe de Lula pode aproveitar a liderança para intensificar a agenda de políticas sociais, enquanto a campanha de Dino deverá focar em ampliar sua base nas regiões Nordeste e Centro‑Oeste, onde o candidato tem maior adesão. Para Cury, o desafio será ampliar a visibilidade e captar eleitores insatisfeitos com os grandes partidos.
Próximos passos
Com o prazo para a campanha oficial ainda distante, os candidatos terão tempo para refinar suas propostas e buscar alianças. A próxima rodada de pesquisas, prevista para o final de outubro, será crucial para medir a evolução dos números e indicar se o cenário atual se mantém ou sofre alterações significativas antes da votação em outubro de 2026.
Com informações de CNN Brasil.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional