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Centro-esquerda vence eleições gerais na Suécia e extrema‑direita tem primeira queda de cadeiras

As eleições gerais suecas, realizadas no domingo, 13 de setembro, foram concluídas na quinta-feira, 17 de setembro, quando a Justiça Eleitoral anunciou que a aliança de centro‑esquerda conquistou a maioria dos assentos no Riksdag.

Resultado das urnas

O bloco liderado pelo Partido Social‑Democrata, com a ex‑primeira‑ministra Magdalena Andersson à frente, obteve 176 cadeiras dos 349 disponíveis, garantindo assim o controle do parlamento. O bloco governista de direita, apoiado pelo então primeiro‑ministro Ulf Kristersson, ficou com 173 cadeiras.

Formação do governo

Com a maioria assegurada, a expectativa imediata é que Andersson retorne ao cargo de primeira‑ministra, encerrando quatro anos de oposição. Kristersson anunciou sua renúncia ao cargo logo após a divulgação dos resultados, preparando o terreno para a transição de poder.

Extrema direita em retrocesso

Um dos destaques do pleito foi a perda de assentos pelos Democratas da Suécia (SD), partido de extrema‑direita que entrou no parlamento em 2010. Pela primeira vez desde então, o SD viu sua bancada diminuir, deixando de ser a segunda maior força política do país.

Participação eleitoral

O eleitorado sueco, estimado em cerca de 8 milhões de eleitores aptos em uma população de 10,6 milhões, manteve um índice de participação superior a 80%, refletindo o tradicional engajamento da sociedade nas decisões políticas.

Os social‑democratas, que governaram a Suécia durante a maior parte do século XX, prometeram reforçar o Estado de bem‑estar e adotar medidas para aliviar o aumento do custo de vida das famílias. Enquanto isso, a direita buscará reorganizar sua bancada e avaliar estratégias para retomar a liderança nas próximas eleições.

Com a certificação formal dos resultados ainda pendente nos próximos dias, o cenário político sueco se prepara para a formação de um novo governo sob a liderança de Magdalena Andersson, marcando uma virada significativa após quatro anos de administração conservadora.

Com informações de G1 Mundo.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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