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Grêmio demite Luís Castro e confirma retorno de Renato Gaúcho ao comando

O Grêmio oficializou, na manhã de domingo (15), a saída de Luís Castro, que havia sido demitido quase 20 horas após a derrota por 2 a 1 para o Vasco, na última rodada do Campeonato Brasileiro. A decisão foi tomada em reunião de urgência na Arena e comunicada ao técnico de forma cordial no Centro de Treinamento Luiz Carvalho.

Contexto da demissão

O revés contra o Vasco aumentou a pressão sobre o treinador português, que comandava o time com apenas sete vitórias em 20 jogos, 35% de aproveitamento e 28 pontos, posição próxima ao Z‑4. A derrota, em casa, contra um adversário direto na briga contra o rebaixamento, foi o estopim para a cúpula gremista, que já vinha avaliando a situação desde o início da campanha.

Negociação para a volta de Renato

Com a saída de Castro, o nome de Renato Portaluppi, ídolo da história do clube, reapareceu rapidamente. O ex‑técnico foi contatado ainda na tarde do sábado e, no início da noite, já havia acertado os termos para reassumir o comando até dezembro. A negociação, conduzida pelo empresário Gerson Oldenburg, incluiu um salário inferior ao de Castro, complementado por bônus atrelados a metas de desempenho.

Reestruturação da comissão técnica

O retorno de Renato implica a reformulação da equipe de apoio. O preparador físico Rogério Dias e o auxiliar Alexandre Mendes, que atuavam na base, foram promovidos ao elenco principal. Há indícios de que o atual auxiliar do Botafogo, Marcelo Salles, pode integrar a comissão, embora a definição ainda dependa de ajustes internos.

Detalhes da saída de Luís Castro

Apesar do anúncio oficial ocorrido por volta das 13h, Castro conduziu a reapresentação do elenco e o treino matinal do dia 15, demonstrando profissionalismo até o momento da comunicação formal. Segundo apurado, a decisão foi transmitida pelos vice‑presidentes de futebol Rafael Lima e pelo executivo Paulo Pelaipe, que informaram a determinação do Conselho de Administração e agradeceram pelos serviços prestados. O clube ainda deve arcar com 17 meses de salários de contrato, acrescidos de juros e multa.

Reação dos jogadores e da torcida

O clima no vestiário logo após o jogo foi tenso; o zagueiro Kannemann saiu do campo irritado, chegando a chutar uma lixeira. A ausência de dirigentes nas entrevistas pós‑partida foi interpretada como sinal de perda de confiança. A torcida, por sua vez, recebeu a notícia da volta de Renato como um alívio, já que o técnico garante apoio popular e expectativa de reversão de resultados.

Com Renato de volta ao comando, o Grêmio busca se afastar da zona de risco e retomar o caminho das vitórias, enquanto a diretoria ajusta a estrutura técnica para atender às exigências da competição nacional.

Com informações de GE (Esportes).

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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