Brasil tem 214,2 milhões de habitantes, mostra estimativa do IBGE
A população brasileira é estimada em 214,2 milhões de habitantes, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, com contagem realizada até 1º de julho de 2026, indica um crescimento de 0,37% comparado ao ano anterior.
O resultado mostra a evolução demográfica do país desde o último Censo, realizado em 2022, quando o Brasil contava com 203,1 milhões de habitantes. A diferença de 11 milhões de pessoas em quatro anos reflete as tendências atuais de crescimento populacional nas diferentes regiões.
Concentração nas grandes cidades
A população permanece altamente concentrada em poucos municípios. São Paulo lidera como a cidade mais populosa, com 11,9 milhões de habitantes, seguida pelo Rio de Janeiro (6,7 milhões) e Brasília (3 milhões). Juntos, os 15 municípios com mais de 1 milhão de habitantes concentram um quinto da população brasileira.
Entre esses grandes centros, apenas Guarulhos e Campinas, ambas em São Paulo, não são capitais estaduais. Guarulhos possui 1,4 milhão de moradores, enquanto Campinas tem 1,2 milhão.
Disparidades regionais
As capitais estaduais abrigam 49,4 milhões de pessoas, representando 23,1% da população nacional. Boa Vista, capital de Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais, com aumento de 3,2% de 2025 para 2026.
Por outro lado, cidades como Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram redução populacional no período, com quedas que variam de 0,02% a 0,17%.
Crescimento desigual entre estados
Roraima lidera o crescimento populacional entre os estados, com expansão de 3%, seguido por Santa Catarina e Mato Grosso, ambas com 1,5%. São Paulo permanece como o estado mais populoso, com 46,2 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais (21,5 milhões) e Rio de Janeiro (17,2 milhões).
Distribuição regional
O Sudeste concentra 41,6% da população brasileira, enquanto o Nordeste representa 26,8%. O Sul abriga 14,7%, o Norte 8,8% e o Centro-Oeste 8,1%. Essa distribuição desigual reflete tanto fatores históricos quanto as dinâmicas econômicas que atraem população para certas regiões.
Com informações de G1 Economia.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional