Colômbia intensifica buscas por sobreviventes de terremoto que já matou 181 pessoas
As equipes de resgate na Colômbia trabalham contra o tempo para encontrar sobreviventes sob os escombros deixados pelo forte terremoto que atingiu o país na segunda-feira (10). O balanço mais recente das autoridades locais aponta 181 mortos e mais de 2.500 feridos, número que pode aumentar à medida que os trabalhos avançam em áreas ainda isoladas.
Cidades mais afetadas
O abalo atingiu com maior intensidade cidades do centro-oeste colombiano, como Cali, Pereira e Manizales, onde prédios residenciais e comerciais desabaram total ou parcialmente. Nessas regiões, moradores relatam que, dias depois do tremor, ainda ocorrem anúncios esporádicos de pessoas encontradas com vida sob os escombros, o que mantém vivo o trabalho das equipes de resgate.
Buscas em zonas densamente povoadas
Na zona sul da terceira maior cidade do país — uma das mais castigadas pelo terremoto —, centenas de socorristas e voluntários se revezam dia e noite na remoção de escombros. Famílias de desaparecidos acompanham de perto cada nova notícia, na expectativa de que parentes ainda possam ser resgatados com vida.
Tremor sentido além das fronteiras
A magnitude do terremoto fez com que o tremor fosse sentido em praticamente todo o território colombiano e também em partes vizinhas do Panamá e do Equador, incluindo a capital Quito. No Brasil, moradores de Manaus relataram nas redes sociais terem sentido o abalo, ainda que a milhares de quilômetros do epicentro.
Por que a região é tão sísmica
A Colômbia está localizada em uma área de interação entre três placas tectônicas e integra o chamado Cinturão de Fogo do Pacífico, faixa que concentra cerca de 90% dos terremotos registrados no planeta. Por isso, o país é um dos mais propensos a abalos sísmicos de grande magnitude na América Latina, com histórico de outros terremotos destrutivos em décadas anteriores.
Ajuda humanitária se organiza
Equipes de resgate especializadas, incluindo cães farejadores e equipamentos de geolocalização, foram mobilizadas para reforçar o trabalho das autoridades colombianas. Organizações humanitárias também já iniciam a distribuição de água, alimentos e abrigos temporários para as famílias que perderam suas casas, enquanto o governo colombiano avalia o impacto econômico da tragédia nas regiões atingidas.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional