Coreia do Norte lança míssil balístico em direção ao mar; Japão e Coreia do Sul monitoram
A Coreia do Norte disparou um míssil balístico em direção ao mar na costa leste da Península Coreana na madrugada desta quarta-feira (12), no horário local, segundo informou o Estado-Maior das Forças Armadas da Coreia do Sul. O lançamento é o mais recente de uma série de testes militares realizados pelo regime norte-coreano nos últimos meses.
Detalhes do lançamento
De acordo com os militares sul-coreanos, o disparo ocorreu por volta das 6h no horário local, na região próxima à cidade portuária de Wonsan, no leste do país. A emissora pública japonesa NHK confirmou que o projétil caiu no mar, fora do território e das águas territoriais do Japão, sem registro de danos ou vítimas.
Resposta da Coreia do Sul
Após o lançamento, as Forças Armadas sul-coreanas informaram que reforçaram o monitoramento da região e mantiveram as tropas em estado de prontidão diante da possibilidade de novos disparos por parte de Pyongyang. O país também afirmou estar compartilhando dados sobre o episódio com Estados Unidos e Japão, parceiros de segurança na região.
Contexto regional
Lançamentos de mísseis pela Coreia do Norte costumam ocorrer em meio a exercícios militares conjuntos entre Coreia do Sul e Estados Unidos, vistos por Pyongyang como uma ameaça direta. O regime norte-coreano mantém um histórico recorrente de testes balísticos, usados tanto para demonstrar capacidade militar quanto para pressionar politicamente seus vizinhos.
Reação internacional
Governos da região costumam classificar esse tipo de ação como violação de resoluções do Conselho de Segurança da ONU, que probem a Coreia do Norte de realizar testes com mísseis balísticos. Ainda assim, o país tem intensificado esse tipo de demonstração de força nos últimos anos, sem sinais de que pretenda interromper o programa.
O que vem a seguir
Autoridades sul-coreanas e japonesas devem seguir avaliando a trajetória e o alcance do míssil nos próximos dias, enquanto mantêm canais abertos com Washington para eventuais respostas diplomáticas ou novas sanções internacionais contra o regime de Kim Jong-un.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional