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Homem é condenado a 30 anos por assassinato de comerciante em shopping de Cuiabá

Welinton Gabriel da Silva Lacerda recebeu, nesta terça-feira (3), a pena de 30 anos e quatro meses de prisão em regime fechado por sua participação no assassinato de Josionaldo Ferreira de Araújo, que foi morto a tiros dentro do Shopping Popular, em Cuiabá, em dezembro de 2022.

Julgamento e decisão do júri O veredicto foi proferido pelo Tribunal do Júri da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, após os jurados concluírem que o crime foi cometido por motivo moralmente reprovável e que a vítima teve poucas chances de defesa. O juiz ainda homologou a condenação por organização criminosa, conforme a acusação apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).

Motivo do homicídio Segundo a denúncia, a execução faria parte de um ajuste de contas interno a uma facção criminosa que controlava a venda de cigarros contrabandeados no shopping. A acusação sustenta que Josionaldo teria descumprido regras impostas pelo grupo, o que teria desencadeado a ação violenta.

Detalhes do crime O ataque ocorreu na noite de 19 de dezembro de 2022, quando dois homens se aproximaram da banca do comerciante. Um dos suspeitos gritou o nome da vítima; ao se virar, Josionaldo recebeu um disparo na cabeça e, em seguida, mais cinco tiros. As câmeras de segurança do local registraram o momento da execução.

Confronto com a polícia Após o disparo, os assassinos fugiram, mas foram interceptados pela cavalaria da Polícia Militar. No tiroteio que se seguiu, o policial Wenderson Santos Souza, de 24 anos, foi morto. Um dos suspeitos foi preso, enquanto o outro, ainda não identificado, permanece foragido.

Outros réus e antecedentes Welinton é o segundo acusado a ser condenado pelo caso. Em novembro de 2024, Bruno Fernandes de Souza Costa, conhecido como “Bruninho”, recebeu pena de 24 anos e quatro meses. Outros nomes permanecem em processo de recurso ou aguardam julgamento definitivo, entre eles Gabriel Mota Braga, Lucas Leonardo Padilha da Costa, Marcos Henrique Gomes de Miranda (“Japa”), Alexandre Magalhães de Souza e Elton John Conceição da Silva.

O caso teve grande repercussão na região, gerando protestos de comerciantes que pedem maior segurança nos centros comerciais de Cuiabá. A Operação Unity, desencadeada em 2023, continua a investigar a estrutura criminosa responsável pelo crime e a localizar os demais envolvidos.

Com informações de G1.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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