Política

Influenciadores e apresentadores que não foram eleitos nas eleições de 2026

As eleições gerais de 2026 registraram número recorde de eleitores, mas nem todos os candidatos de alto perfil conseguiram transformar popularidade nas urnas em mandatos. Entre os que ficaram fora da lista de eleitos estavam diversos influenciadores digitais, cantores e apresentadores de TV que tentaram vagas tanto na Câmara dos Deputados quanto nas Assembleias Legislativas estaduais.

Sarah Poncio: tentativa na Câmara Federal

Filha do pastor Márcio Poncio, a influenciadora Sarah Poncio concorreu ao cargo de deputada federal pelo estado do Rio de Janeiro, representando o partido Solidariedade. Recebeu 20.474 votos, o que equivalia a 0,23% do total, ficando como primeira suplente.

Andrea Sorvetão: da internet ao Congresso

Conhecida como ex‑Paquita, Andrea Sorvetão se lançou como candidata à Câmara Federal pelo Rio de Janeiro, sob a sigla Democracia Cristã. Sua campanha rendeu apenas 2.529 votos, insuficientes para garantir uma vaga ou posição de suplente.

Inês Brasil: a meme queen nas eleições estaduais

Inês Tânia Lima da Silva, mais conhecida como Inês Brasil, é cantora, dançarina e referência dos memes brasileiros. Disputou a vaga de deputada estadual no Rio de Janeiro pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e somou 3.145 votos, ficando também como suplente.

Silvia Abravanel e Rachel Sheherazade: apresentadoras em busca de mandato federal

Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos e apresentadora do SBT, concorreu pela primeira vez à Câmara Federal representando São Paulo pelo PSD. Terminou a apuração com 22.472 votos, sem alcançar o quociente eleitoral. Na mesma disputa, a jornalista Rachel Sheherazade, também pelo PSD, obteve 22.453 votos, ficando novamente fora da lista de eleitos.

Outros nomes que não avançaram

Geraldo Luís, apresentador de TV que se lançou pelo Avante, recebeu 10.176 votos para deputado federal em São Paulo. Carla Prata, da União Brasil, ficou com 409 votos na disputa por deputada estadual em São Paulo. Já o ajudante de palco de “Programa do Ratinho”, conhecido como Marquito, tentou a vaga federal pelo PSD e conquistou 1.596 votos.

O desempenho desses candidatos ilustra que, apesar da visibilidade nas redes e na mídia, o voto ainda se pauta em fatores como estrutura partidária, campanha de base e afinidade com o eleitorado tradicional. O resultado reforça a ideia de que a popularidade online não garante sucesso eleitoral, sobretudo em um pleito marcado por alta participação e competitividade nas urnas.

Com informações de G1 Pop & Arte.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *