Michelle des Bouillons pode bater recorde mundial ao surfar maior onda já registrada por uma mulher
A surfista carioca Michelle des Bouillons, de 36 anos, tem a chance de entrar para o Guinness World Records ao ser reconhecida como a primeira mulher a surfar a maior onda já medida na história do esporte. A onda, capturada em Nazaré, Portugal, no dia 13 de dezembro de 2025, foi avaliada em 24,99 metros, quase um prédio de sete andares, em medição solicitada pela própria atleta.
O contexto da competição
Des Bouillons participou da 26ª edição do Big Wave Challenge, conhecido como o “Oscar das Ondas Gigantes”, realizado no histórico Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. O evento reúne os maiores nomes do surf de ondas gigantes, divididos em várias categorias, entre elas a de maior onda feminina.
Desafio ao recorde anterior
O recorde que Michelle busca superar pertence à também brasileira Maya Gabeira, que em fevereiro de 2020 enfrentou uma parede de 22,40 metros na mesma Praia do Norte, em Nazaré. Caso a medição de 24,99 metros seja confirmada pelos avaliadores oficiais, a surfista não só estabelecerá um novo patamar para as mulheres no esporte, como também garantirá o título mundial.
Preparação e apoio
Durante a sessão em que a onda foi surfada, Michelle contou com o suporte de seu marido, Ian Cossenza, também competidor de grandes ondas. Cossenza conduziu o jet‑ski que posicionou a surfista na parede, estratégia comum entre duplas que competem juntas em Nazaré. A atleta descreveu a experiência como “especial” e ressaltou a importância do reconhecimento dos colegas de elite.
Concorrentes e cenário geral
Na disputa pela maior onda feminina, além de des Bouillons, estão a brasileira Michaela Fregonese e a francesa Justine Dupont, cujas ondas também foram registradas na Praia do Norte. No quadro masculino, os brasileiros Lucas Chumbo e Rodrigo Koxa competem contra o francês Clement Roseyro, enquanto Chumbo ainda disputa a categoria “vaca” do ano por uma queda significativa.
Expectativas para a cerimônia
A cerimônia de premiação está prevista para acontecer neste sábado, quando a medição será oficialmente homologada. Michelle manifestou confiança no resultado, apontando que a onda foi significativamente maior que as de suas rivais e que o apoio da comunidade internacional de surfistas tem sido positivo. Caso a marca seja validada, ela será anunciada como a detentora do novo recorde mundial, marcando um marco histórico para o surf feminino.
Com informações de GE (Esportes).
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional