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Eruptão de vulcão deixa mais de 150 mil passageiros de avião presos na Indonésia

Uma erupção vulcânica que ejetou uma densa nuvem de cinzas sobre a região de Jakarta provocou a interrupção de voos em todo o país, deixando mais de 150 mil passageiros aguardando por alternativas de viagem.

Vulcão e nuvem de cinzas

Na manhã de 6 de setembro, autoridades aeronáuticas detectaram uma concentração incomum de partículas de cinza na camada de voo que cruza o espaço aéreo de Jakarta. O alerta foi emitido logo depois de uma série de explosões de um vulcão ainda não identificado nas proximidades, cujas emissões foram consideradas um risco imediato à segurança das aeronaves.

Impacto nas companhias aéreas

Companhias nacionais e internacionais suspenderam temporariamente suas operações nos principais aeroportos da capital, incluindo o Aeroporto Internacional Soekarno‑Hatta. Mais de 200 voos programados foram cancelados ou adiados, o que gerou uma fila de passageiros em terminais, hotéis e áreas de espera. Segundo dados preliminares, o número de viajantes afetados ultrapassa 150 mil, o que coloca o incidente entre os maiores episódios de interrupção aérea da história da Indonésia.

Reação das autoridades

O Conselho de Aviação Civil da Indonésia (DGCA) emitiu um aviso de “restrição de voo” até que a qualidade do ar seja considerada segura para a navegação. O Ministério de Transporte informou que equipes de controle de tráfego aéreo e de gestão de crises foram mobilizadas para coordenar a realocação de passageiros e a reabertura gradual das rotas. Aeronaves de apoio foram enviadas para monitorar a movimentação da nuvem de cinzas em tempo real.

Previsões e perspectivas

Especialistas em vulcanologia alertam que a atividade do vulcão pode persistir nas próximas 48 horas, mantendo a necessidade de cautela nas operações aéreas. Enquanto isso, companhias aéreas estão reorganizando itinerários e oferecendo vouchers de reembolso ou remarcação para os afetados.

Como os passageiros estão lidando

Os viajantes relataram longas esperas em áreas de alimentação e acomodação de emergência, bem como a busca por alternativas terrestres. Organizações de defesa do consumidor já se posicionaram para garantir que os direitos dos passageiros sejam respeitados durante a crise.

Com informações de BBC World.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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