Simone Mendes não comparece a audiência de conciliação e aumenta disputa judicial com músico do Tihuana
Simone Mendes e seus representantes faltaram à audiência de conciliação marcada para 21 de julho de 2026, no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da comarca de Barueri. O encontro tinha como objetivo tentar resolver o processo movido pelo músico Leonardo “Léo” Stuart, da banda Tihuana, que acusa a cantora de ser responsável por um desabamento ocorrido em novembro de 2024 na casa vizinha.
Audência marcada e ausência
Segundo o advogado de Léo Stuart, Marcelo Fernandes Madruga, a presença da artista e de sua defesa era esperada, já que a própria parte havia solicitado a tentativa de conciliação. A data, fixada às 10h20, foi publicada em documento judicial expedido em 4 de junho de 2026, mas nenhum dos representantes de Simone compareceu, o que motivou a continuidade do processo em fase de conclusão.
O que provocou o desabamento?
O incidente aconteceu durante obras no terreno vizinho, de propriedade de Simone Mendes, quando o colapso de muros e estruturas enviou água, lama e escombros para a residência de Léo Stuart, em Barueri. Danos foram registrados nas áreas externas, pomar, canil, sistema de abastecimento de água e interior da casa, onde a lama invadiu o ambiente. A defesa do músico afirma que laudos periciais – um criminal e outro cível – apontam para falhas de drenagem e escoamento de águas pluviais como causas diretas do colapso.
Laudos e perícias
Os peritos apontaram que a obra, conduzida por empresa contratada por Simone, não observou normas de segurança referentes à drenagem. O advogado de Stuart destacou que a casa, com 28 anos de existência, já havia resistido a chuvas intensas sem incidentes semelhantes, reforçando a tese de responsabilidade externa.
Andamento dos recursos judiciais
Após a decisão de paralisação da obra e ordem de reconstrução dos muros, a defesa de Simone recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo, mas o recurso foi rejeitado. Embargos de declaração também foram indeferidos. Em agosto, foi apresentado recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mantendo a disputa em pauta.
Valor em disputa e versão da cantora
O processo menciona o montante de R$ 1,3 milhão, porém o advogado esclarece que esse valor corresponde ao total das demandas – reconstrução, reparação de prejuízos e outros pedidos – e ainda não representa indenização fixada. A assessoria de Simone Mendes informou que a obra foi executada por empresa responsável pela segurança e que o caso segue em tramitação judicial, sem decisão definitiva até o momento.
Impactos e perspectivas
Além dos danos materiais, o músico relatou que um piano avaliado em cerca de R$ 400 mil foi sujado por lama, necessitando limpeza, e que apenas uma carpa morreu após ser atingida pelos destroços, contradizendo boatos de morte de animais de estimação. A defesa enfatiza que o objetivo é que a disputa seja resolvida no Poder Judiciário, sem se transformar em questão pessoal.
Com informações de G1 Pop & Arte.
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.
— Redação Gazeta Nacional