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Vice‑presidente do Bank of America morre ao ser esfaqueada em Times Square, Nova York

Uma mulher armada com duas facas atacou duas pessoas na movimentada Times Square, na última segunda‑feira (31), em Nova York. Entre as vítimas estava a executiva de 32 anos Erin Piacenti, vice‑presidente de Seleção de Negócios e Conflitos de Interesse do Bank of America, que sucumbiu aos ferimentos no Hospital Bellevue.

Detalhes do ataque

De acordo com o Departamento de Polícia de Nova York (NYPD), a agressora retirou as facas de uma sacola de compras e, primeiro, atingiu um homem de 68 anos no abdômen. O idoso foi hospitalizado, mas teve alta após tratamento. Em seguida, Piacenti recebeu um golpe semelhante, também no abdômen, e foi imediatamente socorrida.

Reação policial

Os agentes cercaram a suspeita por cerca de quatro minutos. Quando ela ergueu os braços, ainda empunhando as lâminas, avançou em direção aos policiais. Apesar da tentativa de uso de tasers, a mulher continuou o ataque, obrigando um dos oficiais a disparar seu revólver. O tiro atingiu a agressora, que foi algemada e, segundo informações da polícia, morreu no local.

Impacto na região

O incidente provocou o fechamento parcial da 7ª Avenida, que atravessa a Times Square, e autoridades pediram que residentes e turistas evitassem a área enquanto as investigações eram conduzidas. A cena foi capturada por diversos transeuntes, cujas imagens foram amplamente compartilhadas nas redes sociais.

Reação do Bank of America

Em comunicado oficial, o Bank of America expressou pesar pela perda de Piacenti, descrevendo‑a como “uma integrante valiosa da equipe” e oferecendo condolências à família e aos entes queridos. A empresa ainda não divulgou detalhes sobre o cargo ou projetos que a executiva liderava.

Investigações em curso

A polícia de Nova York confirmou que a identidade da agressora ainda não foi revelada e que o motivo do ataque permanece desconhecido. Investigadores analisam câmeras de segurança da região e entrevistas com testemunhas para determinar possíveis antecedentes ou vínculos com a vítima.

O caso reacende debates sobre a segurança pública em áreas de grande concentração turística e destaca a vulnerabilidade de profissionais que, apesar de ocuparem cargos de destaque, podem ser alvos de violência inesperada.

Com informações de G1 Economia.

Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial, com curadoria editorial da Gazeta Nacional.

— Redação Gazeta Nacional

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